Gritaria generalizada
Esse comercial do O GLOBO é muito legal. É o consumidor gerando conteudo e os meios de comunicação assumindo e incentivando essa atitude… Eu queria ter feito rssss
Passarela sustentável
A passarela fica sobre a Avenida Eusébio Matoso, na Zona Oeste de São Paulo. É a primeira passarel sustentável da cidade totalmente integrada com o meio ambiente, foi inaugurada em novembro de 2008.

A passarela tem “telhado verde” que ajuda a manter uma temperatura agradável. As torres dos elevadores que dão acesso a passarela são revestidas de placas feitas com tubos de pasta de dente reciclado. O piso é de pneus também reciclados e as lâmpadas são econômicas. Painéis solares garantem o funcionamento de um aparelho de TV, que dá dicas de sustentabilidade. A calçada da praça é permeável e permite que a água da chuva seja absorvida.
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defendeu a liberação da Internet nas eleições. “A Internet é uma tecnologia que veio para ficar e é impossível estabelecer qualquer controle. A concepção de rede significa que não tem um centro gerador que controle toda a rede. Cada um vai agregando, agregando, a rede vai se expandindo e não temos como controlá-la. Eu acho que nem se deve estabelecer normas nesse sentido porque, na realidade, são normas que não vão ter nenhuma condição de fiscalização”, declarou Sarney.
USO LIVRE DA WEB PELOS CANDIDATOS A proposta dá liberdade total aos candidatos na web, podendo utilizar todas as ferramentas, como blogs, mensagens instantâneas e redes sociais. Os candidatos à Presidência da República também poderão comprar espaço em portais de conteúdo jornalístico. O texto-base, que foi aprovado na noite de quarta-feira (09/09), também permite a doação eleitoral por meio da internet e do telefone, além de recursos por cartões de crédito e débito, transferências on-line, boletos bancários e até pode desconto em conta telefônica, por doação direta ou indireta, por meio dos comitês partidários.
USO LIMITADO DA WEB PELOS JORNALISTAS A discussão sobre o projeto de reforma eleitoral ainda seria retomada com a apreciação das restrições na cobertura jornalística na web durante o período das eleições. Na cobertura jornalística na Internet, a proposta prevê a proibição de opiniões ou “tratamento privilegiado” a qualquer candidato, seguindo as mesmas regras aplicadas a rádio e TV. Os fatos refletem motivações econômicas por um lado e eleitoreiras por outro. Enquanto políticos defendem o uso livre da web em benefício próprio por se tratar de uma ferramenta poderosa de comunicação e propaganda (eleitoral inclusive) muito poderosa (permite a doação eleitoral por meio da internet e do telefone), por outro lado defendem restrições na cobertura jornalística.
IMPRENSA CERSEANDO A LIBERDADE DE IMPRENSA A Globo e a Folha de São Paulo divulgaram comunicados internos com orientações que restringem o uso de blogs, Twitter, Facebook, Orkut e outras mídias sociais. A recomendação feita pela Folha, assinada pela editoria executiva, é que os profissionais não assumam opiniões partidárias, sobre qualquer candidato ou campanha, e também veda a publicação de conteúdo exclusivo, acessível apenas para assinantes do jornal. “Os profissionais que mantêm blogs ou são participantes de redes sociais e/ou do twitter devem lembrar que representam a Folha nessas plataformas, portanto devem sempre seguir os princípios do projeto editorial, evitando assumir campanhas e posicionamentos partidários”, recomenda Eleonora de Lucena, editora-executiva da Folha. Conteúdos de colunas e reportagens exclusivas também não serão permitidos, já que são reservados para os leitores da Folha e assinantes do UOL. “Eventualmente blogs podem fazer rápida menção para texto publicado no jornal, com remissão para a versão eletrônica da Folha”, afirma o texto. A Globo não ficou atrás. Segundo a coluna Radar On-Line, os contratados da empresa estão proibidos de divulgar comentários sobre temas relacionados às atividades da Globo. Os funcionários só poderão ter perfis nas redes sociais com autorização da empresa. Com a medida, a emissora também pretende proteger seus “conteúdos da exploração indevida por terceiros, assim como preservar seus princípios e valores”, informa o comunicado.
Pouco depois da rival Disney anunciar a compra da Marvel, a Warner Bros. anunciou a criação da DC Entertainment, que visa ampliar a força e o valor das propriedades da editora DC Comics em diferentes plataformas. A empresa é famosa pelos quadrinhos de Superman e Batman, que rivalizam com os personagens da Marvel Comics, como Hulk e Homem-Aranha.
A DC Entertainment, terá a função de criar estratégias de integração entre as propriedades da DC com todas as outras divisões da Warner Bros, o que inclui cinema, televisão, entretenimento interativo e produtos de consumo. A principal função da DC Entertainment segue sendo a publicação dos quadrinhos da DC Comics, que lança 90 revistas por mês.
“O lançamento da DC Entertainment reconhece nosso desejo de fornecer tanto aos fãs quanto às propriedades da DC Comics o tipo de conteúdo que somente é possível por uma estratégia de cross-company e esforços multi-plataforma”, disse Diane Nelson – presidente da nova divisão.
Alguns dos filmes da DC em processo de produção pela Warner Bros são Lanterna Verde, com previsão de lançamento em 2011, além do Jonah Hex, um Western, e Lobo, o anti-herói da DC.
Recentemente, DC Comics e Warner Bros. perderam nos tribunais diversos direitos sobre a história do Superman para a família de Jerry Siegel, que criou o personagem nos anos 30 e vendeu logo em seguida para a Comics.
Assim, fatos como o nascimento do super-herói no planeta Krypton, o uniforme, Clark Kent, Lois Lane e o Planeta Diário são propriedades da família. Ficaram com a DC propriedades como a habilidade de voar e o rival Lex Luthor, que surgiram após a compra dos direitos. Outra decisão é que um novo filme só poderá ser lançado em 2011, desde que em acordo com a família Siegel.
Os senadores recuaram parcialmente da decisão de impor restrições à internet durante períodos eleitorais. A ideia era equiparar a web ao rádio e à TV, cujos conteúdos são rigidamente monitorados e não têm liberdade para veicular análises, comentários e peças humorísticas sobre os candidatos.
As restrições estão contidas no projeto de lei eleitoral já aprovado na Câmara. Os relatores do texto eram favoráveis à imposição do uso da internet na eleição do ano que vem. Marco Maciel (DEM-PE) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG) acabaram bombardeados por vários colegas. No final do dia, a votação do projeto foi adiada para a semana que vem.
Os líderes do PSDB, Arthur Virgílio (AM), e do PT, Aloizio Mercadante (SP), estudam fórmulas de retirar as restrições à internet. O petista disse que proporá “eliminar a equiparação da internet ao rádio e à TV”, mas que manterá um dispositivo que garanta direito de defesa a quem se sentir ofendido.
Ontem surgiu mais um argumento jurídico em defesa do conteúdo livre na internet. O ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres Britto enviou para publicação o acórdão (resultado do julgamento) da Lei de Imprensa, realizado em abril –quando essa legislação foi considerada inconstitucional. No texto, ele deixa claro o caráter livre da web:
“Silenciando a Constituição quanto ao regime jurídico da internet, não há como se lhe recusar a qualificação de território virtual livremente veiculador de ideias, debate, notícia e tudo o mais que se contenha no conceito essencial da plenitude de informação jornalística”.
Apesar de tudo caminhar para uma solução de liberação total do conteúdo na rede, há senadores reticentes. Eduardo Azeredo pretende fazer alguma emenda ao texto que libere só textos na internet, mas proíba o livre uso de áudio e vídeo.
“O YouTube seguirá as regras de TV”, disse Azeredo sobre o site de compartilhamento de vídeos. O tucano não sabe dizer como seria possível impedir alguém de fazer um site no exterior e divulgar vídeos a favor ou contra um candidato (a partir de 1º de julho). E insiste que deverão ser seguidas na internet as “regras de TV quando for semelhante à TV, e de rádio quando for semelhante ao rádio”. Rádio e TV são concessões públicas, ao contrário da internet.
Ele também não sabe como deveriam se comportar os sites de jornais que oferecem vídeos junto aos textos publicados no meio impresso. Em tese, não há restrição ao que está só escrito, mas sim ao material complementar de áudio e vídeo.

Campanha publicitária do Banco do Brasil usará imagens registradas por pessoas comuns e disponíveis em sites de relacionamento: Flickr, Picasa e Photobucket. A nova campanha trata do papel fundamental que o Banco do Brasil desempenhou na crise econômica mundial e na retomada do crescimento nacional. Com o slogan “Faz diferença ter um banco que é do Brasil”, as peças publicitárias falam do orgulho de ser brasileiro e utilizam imagens registradas por amantes anônimos da fotografia.

A estratégia inédita foi desenvolvida pela agência Master Comunicação e visa reforçar os atributos de proximidade e brasilidade presentes na marca Banco do Brasil.
Para identificar a campanha, a Master criou uma comunidade no Flickr chamada “Imagens do Brasil” (http://www.flickr.com/groups/imagensdobrasil/), que funcionará como banco de imagens. Qualquer interessado pode postar sua foto, se ela for escolhida para ilustrar algum anúncio, o BB pagará os direitos autorais ao autor.
As imagens selecionadas para as peças publicitárias serão identificadas com um ícone, uma máquina fotográfica estilizada com a bandeira do Brasil. Cada vez que o símbolo aparecer significará que a foto foi retirada de um dos sites de compartilhamento de imagens. Além do ícone, no anúncio constará ainda o crédito para o fotógrafo e o endereço online de onde a foto poderá ser encontrada.
Pepsico compra fabricante de águas de coco
A Pepsico anunciou n0 dia 12/08 acordo para compra da brasileira Amacoco, que produz as marcas Kero Coco e Trop Coco.
Os termos da operação não foram divulgados. O acordo, que marca a entrada da Pepsi no segmento de água de coco, envolve duas fábricas da Amacoco, maior produtora brasileira da bebida.
“A Amacoco vai complementar nossos negócios e impulsionar nossas perspectivas de crescimento na América Latina e além. Mesmo no nascente mercado dos Estados Unidos, as vendas de água de coco estão passando por extraordinária expansão”, afirmou em comunicado o presidente-executivo da Pepsico Americas Beverages, Massimo d’Amore.
As fábricas da Amacoco estão em Pernambuco e em São Mateus, recentemente aberta, no Espírito Santo.
Segundo a Pepsico, a empresa norte-americana vai aproveitar a rede de distribuição montada pela Amacoco no Brasil.
A aquisição da Amacoco pela Pepsico segue-se à compra pela empresa da fabricante brasileira de salgadinhos Lucky.
No ano passado, a Pepsico anunciou planos para investir mais de US$ 3,3 bilhões na América Latina nos próximos anos.
A norte-americana Monsanto, desenvolvedora de tecnologia para agricultura, informou hoje que concluiu a venda de seus ativos associados ao negócio de sementes híbridas de girassol para a empresa de agribusiness Syngenta, baseada na Suíça, por US$ 160 milhões. Termos adicionais do acordo não foram divulgados.
No ultimo dia 6, a empresa suíça já havia anunciado o acordo de aquisição desta divisão da Monsanto, que registrou vendas de US$ 75 milhões no ano fiscal de 2008. Já os negócios com sementes de girassol da Syngenta tiveram vendas superiores a US$ 200 milhões no ano passado. JSa / Agência Leia
Lula diz que “petróleo pertence ao povo” e que dinheiro não deve ser “torrado com bobagens”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (31), durante a cerimônia de apresentação da proposta do modelo regulatório para exploração do pré-sal, que o modelo de exploração das jazidas deverá ser baseado em três diretrizes básicas. A primeira delas determina que o “petróleo pertence a todo o povo brasileiro”.
A segunda diretriz, citada pelo presidente Lula, estabelece que o Brasil “não vai se transformar em um mero exportador de óleo bruto”. Ao contrário, vai se capacitar para exportar derivados de gasolina, óleo diesel e outros produtos “que valem muito mais”, destacou.
“A terceira diretriz é que não vamos nos deslumbrar e sair por aí torrando o dinheiro em bobagens”, disse o presidente. Lula destacou que os recursos devem ser empregados em cultura, meio ambiente, ciência e tecnologia, citando algumas das áreas a serem atendidas pelo fundo social que deverá ser criado por meio de um dos quatro projetos encaminhados pelo Executivo ao Congresso Nacional para análise por deputados e senadores.
“O pré-sal é um passaporte para o futuro”, resumiu o presidente.
Já a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou na cerimônia que o Brasil deverá transformar a “imensa riqueza mineral” do pré-sal em “riqueza humana e natural”.
A pré-candidata do governo às eleições presidenciais do ano que vem destacou que a riqueza do pré-sal deve gerar “felicidade para milhões de brasileiros” e “servir de instrumento de afirmação da soberania do país”.
“Os quatro projetos criam as soluções para que o Brasil possa dar esse passo e fazer essa transformação”, disse a ministra, referindo-se aos projetos que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional.
Os projetos
As propostas criam o marco regulatório para a exploração do pré-sal. A mais destacada no discurso de Dilma Rousseff, e também na apresentação feita pelo ministro Edison Lobão (Minas e Energia), é a que trata da mudança do sistema de concessão para o de partilha, com a participação da União no consórcio.
“Teremos um modelo misto, com contratos de partilha convivendo com contratos de concessão. O objetivo é assegurar para a nação brasileira, para o nosso povo, a maior parcela possível dos recursos do pré-sal”, disse a ministra da Casa Civil.
Os dois ministros ressaltaram ainda que as regras não mudam para os contratos já em andamento. A nova legislação valerá apenas para as áreas que ainda estão sob o monopólio da União. Estas serão exploradas pelo modelo de partilha.
A ministra Dilma Rousseff falou ainda do projeto que institui o fundo social, a ser abastecido com dinheiro oriundo do pré-sal. “Consideramos o fundo importante para afastar a ‘maldição do petróleo’, que tem mantido na pobreza a população de muitos países produtores de petróleo”.
Os recursos do fundo devem ser direcionados às áreas de educação, meio ambiente, cultura, ciência e tecnologia e combate à pobreza.
Um terceiro projeto trata da capitalização da Petrobras, estimada em US$ 50 bilhões. Há ainda uma proposta que trata da criação da Petrosal, a estatal que deverá cuidar da exploração do pré-sal.
Divisão dos royalties
Um dos pontos mais polêmicos do pré-sal está relacionado à distribuição dos royalties a Estados e municípios. Os Estados produtores reivindicam uma fatia maior na distribuição dos recursos.
Na noite de domingo, o presidente Lula reuniu-se com os governadores do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo para discutir o tema. Após reunião com ministros e líderes da base governista, na manhã desta segunda, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) afirmou que a questão dos royalties ficou fora dos projetos encaminhados ao Congresso. “Essa questão não está sendo discutida agora”.
Mas o tema foi incluído no discurso do ministro Lobão. “O Brasil tem pressa para transformar-se em país desenvolvido, moderno, com a superação de desigualdades e injustiças que, há tanto tempo, clamam por solução. Com base nisso, o que propomos é o fortalecimento do pacto federativo, mediante a distribuição equânime das riquezas nacionais com todos os Estados e municípios da Federação”, disse.
O ministro disse que “Estados e municípios confrontantes com a área do pré-sal terão um tratamento diferenciado”. “Mas os demais também precisam ser contemplados, pois somente assim será alcançado o reequilíbrio, o reajustamento do pacto, que é o fundamento da unidade nacional”, afirmou Lobão.
São Paulo, 31 de agosto de 2009 –
A Walt Disney anunciou hoje que irá comprar a Marvel Entertainment, companhia norte-americana de entretenimento, em uma transação de aproximadamente US$ 4 bilhões que envolve ações e dinheiro. De acordo com comunicado oficial divulgado pela empresa, os acionistas da Marvel irão receber um total de US$ 30 por ação em dinheiro, além de 0,745 ação da Disney por cada ação da Marvel. “Acreditamos que trazer a Marvel para o portfólio de marcas da Disney irá oferecer oportunidades significantes de longo prazo e valor agregado”, diz Robert Iger, presidente e CEO da companhia. A negociação está sujeita à aprovação de órgãos reguladores e dos acionistas da Marvel.
Fonte: Agencia Leia/CMA